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EditPhoto Title:Três Fronteiras
EditPhoto Description:Brasil-Bolívia-Peru
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EditPhoto Credit:© Adriano Gambarini
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 Esforço triplo para o desenvolvimento sustentável

A região das Três Fronteiras entre Brasil, Bolívia e Peru é também conhecida como MAP (composição das siglas dos estados de Madre de Dios no Peru; Acre no Brasil e Pando na Bolívia). Está localizada na bacia do Rio Amazonas, sendo uma área de grande vulnerabilidade ambiental, possuindo um alto valor para a biodiversidade e para a diversidade cultural com suas populações tradicionais e povos indígenas – contando, inclusive, com povos isoladas. A integridade e o desenvolvimento sustentável da região estão diretamente relacionados com a governança territorial e ambiental, estratégias sobre o uso da terra, produção sustentável em larga escala e implementação de tecnologias de monitoramento da cobertura florestal na região.


No lado brasileiro, o Acre possui uma superfície territorial de 164.221,36 Km2 e detém atualmente 87% de sua cobertura florestal original. Desde 1999, o governo estadual no Acre vêm buscando a implementação de propostas de desenvolvimento que melhorem o modo de vida da população e, ao mesmo tempo, permitam a conservação e o uso sustentável com valorização da floresta.

A rodovia Transoceânica Sul, cuja pavimentação foi concluída em 2013, traz uma perspectiva promissora para o desenvolvimento, porém causa impactos sociais, ambientais e econômicos para a região como o desmatamento ilegal, a ocupação desordenada, a poluição dos recursos hídricos e a agressão às populações tradicionais e povos indígenas que habitam a região. A falta de cooperação para um manejo das bacias hidrográficas entre os três países cria uma série de impactos e conflitos, como assoreamento dos rios, inundações, litígios em matéria de pesca, contaminação por mercúrio, entre outros.

A fim de substituir o processo de desenvolvimento degradante atual da região e assegurar um futuro sustentável para a região é imprescindível atuar com uma abordagem de cooperação de forma que haja compartilhamento de experiências, troca de informações, integração de tecnologias e capacidades técnicas nas três fronteiras.

Parcerias estratégicas para a região

A Conservação Internacional marca presença nos três países com uma forte equipe de especialistas nas diferentes áreas de conhecimento. Com sua grande experiência de atuação na Amazônia - mais de 15 anos de presença no Brasil, Peru e Bolívia - possui resultados expressivos em termos de conservação e desenvolvimento sustentável, em especial com o planejamento da paisagem e a criação e implementação de áreas protegidas e territórios indígenas em toda a região.

No Acre, a atuação da CI-Brasil se encontra em estágio inicial, por meio da articulação com o Governo do Estado, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), universidades e organizações não-governamentais locais. Para a construção de uma sociedade saudável e sustentável na região, a CI-Brasil  aposta na sua capacidade de cultivar parcerias estratégicas e influenciar - com uma base sólida em ciência - os rumos dos investimentos econômico, ambiental e social, por meio de oportunidades de integração de ações nas três fronteiras. A partir destas articulações, a CI-Brasil ampliará sua rede de parceiros e atuará de forma efetiva em ações de implementação de governança territorial e produção sustentável na região.

Nosso objetivo

Implementar ações para gerar processos produtivos mais sustentáveis, respeitando a cultura local da região. Fortalecimento da governança territorial e ambiental, na difusão de estratégias de uso da terra e no intercâmbio de conhecimento e tecnologias de monitoramento da cobertura florestal na região.

Nossa estratégia

  • Contribuir para a gestão de conhecimento e para a capacitação técnica de gestores e técnicos da região, por meio do diálogo e da socialização de metodologias, estudos e ferramentas de aprendizado;
  • Contribuir na concepção e implementação de um modelo de planejamento da paisagem e gestão de capital natural, promovendo estratégias harmonizadas de gestão de bacias hidrográficas;
  • Apoiar o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis da região, considerando as experiências bem-sucedidas em cada país nas áreas de manejo florestal madeireiro e não madeireiro, ecoturismo, uso público das áreas protegidas e produção agrícola de baixo carbono;
  • Contribuir para o desenvolvimento e implementação de políticas e estratégias para o monitoramento e proteção de povos indígenas isolados nos três países.

Outros territórios prioritários




 

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