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EditPhoto Title:Tapajós
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EditPhoto Credit:© Enrico Marone
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 Desenvolvimento no coração da floresta


Localizada no sudoeste paraense, no coração da Amazônia brasileira, a região do Rio Tapajós vive intensamente o conflito tradicional entre a pressão pelo desenvolvimento econômico e a necessidade de conservação da floresta para benefício da humanidade.


O ciclo recente de crescimento econômico do Brasil intensificou alguns novos vetores de pressão sobre a região, como a conclusão do asfaltamento da rodovia BR-163 (Santarém-Cuiabá), a construção de cinco usinas hidrelétricas e nove estações de transbordo ao longo do Rio Tapajós. Esses novos investimentos se somam às atividades já bem estabelecidas na região, que são principalmente mineração, agricultura de commodities (como por exemplo a soja) e extração de madeira - todas com importantes interfaces com os ecossistemas e seus serviços ambientais.


A região possui boa parte do território conservada e preservada, principalmente em função da existência de unidades de conservação e terras indígenas, mas ainda há muito o que avançar em termos de efetividade e governança dessas áreas protegidas, produção sustentável e governança territorial. O desmatamento e a exploração ilegal de madeira, ouro e outros minerais ainda são vetores importantes de ameaça à qualidade ambiental e bem-estar humano deste território.

Mudando o curso do desenvolvimento


Em um cenário tão complexo e diversificado, tanto do ponto de vista ambiental e econômico quanto do humano, a região do Tapajós representa uma oportunidade para conciliar o desenvolvimento econômico, conservação da natureza e qualidade de vida.

A CI-Brasil acredita que é possível contribuir com o desenvolvimento da região em direção a um futuro saudável e sustentável - sem repetir os modelos predatórios tradicionais - em benefício da população que lá habita.

Para isso, a CI-Brasil aposta na sua capacidade de cultivar parcerias estratégicas na região e influenciar - com uma base sólida em ciência - os rumos dos investimentos econômicos no território, demonstrando as virtudes de uma sociedade que protege seu capital natural, produz riquezas de modo sustentável e estabelece uma governança participativa e transparente.

Nosso objetivo


Fortalecer a produção sustentável de baixo carbono, conservando o capital natural e sociocultural do Tapajós, e contribuindo para uma região resiliente às mudanças climáticas, com uma robusta governança territorial.

Nossa estratégia

  • Garantir a proteção do capital natural, estabelecendo mecanismos para utilização econômica das unidades de conservação, o aprimoramento da gestão dos recursos hídricos e dos ativos ambientais, por meio de recuperações de áreas degradadas e da conservação da biodiversidade;
  • Fortalecer as cadeias produtivas sustentáveis, como a cadeia florestal madeireira e não-madeireira, por meio de arranjos produtivos locais, estruturar a cadeia produtiva da pesca e piscicultura na bacia do Rio Tapajós e organizar o turismo sustentável de base comunitária na Floresta Nacional do Tapajós;
  • Promover melhorias na governança na região, por meio da estruturação da base normativa de meio ambiente, criação de conselhos municipais ambientais, estratégias financeiras e estruturação dos órgãos ambientais municipais. A sociedade civil irá acompanhar as políticas e empreendimentos de desenvolvimento, por meio de constituição e participação em fóruns de discussão;
  • Fortalecer a gestão do distrito Florestal da BR-163, incentivar as ações do Plano BR–163 Sustentável e consolidar uma governança institucional para retomar a implementação de ações estratégicas e alavancar iniciativas piloto no território;
  • Criar uma estratégia de capacitação elaborada, identificando a oferta de oportunidades para capacitação de técnicos do poder público, principalmente dos agentes efetivos, produtores rurais, extrativistas e povos indígenas, com foco em gestão de projetos e praticas produtivas sustentáveis.

Iniciativas no território

 

 

Outros territórios prioritários



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