Cronologia

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1990 — 1999

1990 — Realizado na Amazônia o primeiro dos workshops regionais para definição de áreas prioritárias para conservação da biodiversidade com a metodologia criada pela Conservação Internacional.

1991

  • A CI-Brasil apoia a implementação do Projeto Mamirauá, hoje uma das mais importantes iniciativas de desenvolvimento sustentável na Amazônia.
  • Várias organizações, entre elas Fundação Biodiversitas (MG), Ecotrópica (MT), Vitória Amazônica (AM), Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (RJ) e Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental - SPVS (PR), recebem apoio da CI-Brasil.

1992

  • Início da parceria com os índios Kayapó, que hoje protegem uma das maiores reservas de floresta amazônica no sul do Pará.
  • A CI-Brasil lança o sistema de informação geográfica CISIG e é pioneira no treinamento de ONGs para utilização dessa ferramenta em conservação da biodiversidade.

1993

  • A CI-Brasil se estabelece no Pantanal com atividades para proteção de espécies ameaçadas e apoio à criação de reservas privadas.
  • Lançamento do Neotropical Primates, uma revista bilíngue editada pela CI-Brasil e impressa em parceria com a Comissão de Sobrevivência de Espécies da International Union for Conservation of Nature (IUCN).

1994

  • A CI-Brasil inicia a parceira com o Instituto de Estudos Socioambientais do Sul da Bahia (IESB) para proteção da Reserva Biológica de Una (BA), refúgio do mico-leão-de-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas), embrião para a implementação do Corredor de Biodiversidade Central da Mata Atlântica.
  • Início das Oficinas de Capacitação em Ecoturismo. A iniciativa formou a primeira geração de profissionais brasileiros no desenvolvimento de novos produtos em ecoturismo.

1995 — A CI-Brasil coordena reunião de consulta latino-americana para reestruturação do Global Environmental Facility (GEF), um importante fundo mundial para conservação da biodiversidade.

1996

  • Início do Projeto Abrolhos para a proteção dos recifes de corais de Abrolhos, na Bahia, em parceria com o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos/IBAMA e o Instituto Baleia Jubarte.
  • Lançamento do Prêmio Ford de Conservação Ambiental, em parceria com a Ford Brasil, hoje um dos maiores prêmios de conservação do país.

1997

  • A CI-Brasil é declarada entidade de utilidade pública federal pelo Decreto de 16 de setembro.
  • Elaborado o conceito de Corredores de Biodiversidade como a base do Projeto Parques e Reservas, que visava o estabelecimento de corredores ecológicos na Amazônia e na Mata Atlântica, no âmbito do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais Brasileiras, conhecido como PPG-7.
  • A CI-Brasil inicia suas atividades para proteção do Parque Nacional das Emas, em Goiás, com apoio à pesquisa e ações no entorno da unidade de conservação, embrião do Projeto do Corredor de Biodiversidade Cerrado-Pantanal.

1998

  • Realizado o Workshop “Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade do Cerrado e Pantanal”, para identificação de áreas e ações prioritárias para conservação dos Biomas brasileiros, já incorporados na Política Nacional de Biodiversidade.
  • O Instituto Terra é lançado com o apoio da CI-Brasil, e tem início o projeto de recuperação da Mata Atlântica no Vale do rio Doce entre Minas Gerais e Espírito Santo, uma das regiões mais afetadas econômica e ambientalmente pelo processo de desmatamento desordenado no país.

1999

  • A CI-Brasil e a Fundação SOS Mata Atlântica criam a Aliança para Conservação da Mata Atlântica, que inaugurou um novo conceito de colaboração para a conservação da biodiversidade, no qual uma instituição nacional e outra com projeção internacional uniram-se sem perder sua identidade e trabalham com igual nível de decisão e responsabilidade para interromper o atual processo de destruição e extinção de espécies na Mata Atlântica.
  • Realizados os Workshops “Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica e Campos Sulinos” e “Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Amazônia Brasileira” com o apoio da CI-Brasil, Ministério do Meio Ambiente e diversos parceiros, no âmbito da Política Nacional de Biodiversidade.
  • A Fazenda Rio Negro é adquirida pela CI-Brasil e se consolida como uma referência em ecoturismo, pesquisa e conservação no Pantanal em Mato Grosso do Sul.
  • A CI-Brasil apoia a criação dos Parques Nacionais do Pau-Brasil e Descobrimento, no sul da Bahia.​


2000 — 2009

2000

  • A CI-Brasil cria o Programa da Amazônia baseado em Belém, Pará, para a implementação de uma das principais wilderness areas do mundo.
  • Ano de grandes avanços na estratégia de conservação da vida marinha com a criação da Reserva Extrativista Marinha do Corumbau, na Bahia, e realização do Rapid Assessment Program (RAP) Marinho – Programa de Levantamento Rápido de Biodiversidade na região.
  • Criado o primeiro Parque Estadual no Pantanal Sul-Mato-Grossense – Parque Estadual do Rio Negro – com suporte da CI-Brasil ao governo do Mato Grosso do Sul.
  • Realizado o Workshop “Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Caatinga” com o apoio da CI-Brasil no âmbito da Política Nacional de Biodiversidade.
  • A Aliança para a Conservação da Mata Atlântica (parceria entre as ONGs Conservação Internacional e Fundação SOS Mata Atlântica) lança a primeira Edição do Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica. O Prêmio é uma parceria com o Centro Internacional para Jornalistas e a Federação Internacional de Jornalistas Ambientais.

2001

  • CI-Brasil inicia o Centro de Conservação para Biodiversidade (CBC-Brasil), visando ampliar a escala de ação da organização e seus parceiros nos hotspots e nas grandes regiões ainda conservadas do Brasil, através do fortalecimento de instituições e aplicação de investimentos estratégicos na conservação da biodiversidade, com o apoio da Gordon & Betty Moore Foundation.
  • Com o apoio da CI-Brasil, é criada a Estação Ecológica do Jalapão (TO), uma das maiores reservas do Cerrado, com 716 mil hectares.
  • É criada a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Feliciano Miguel Abdala, na Fazenda Montes Claros, garantindo proteção de 1/3 da população do muriqui-do-norte, um dos 25 primatas mais ameaçados do mundo e espécie bandeira da Mata Atlântica. Os esforços do proprietário da Fazenda Montes Claros/RPPN Feliciano Miguel Abdala, aliados ao crescente trabalho da CI-Brasil, parceiros e de pesquisadores durante os últimos 20 anos contribuíram para quadruplicar a população de muriqui-do-norte na área.

2002

  • Com o apoio da CI-Brasil, é criado o Parque Nacional das Montanhas de Tumucumaque (AP), sendo na época a maior área protegida do mundo, com 3.800.000 hectares.
  • Iniciado o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (Critical Ecosystem Partnership Fund - CEPF) na Mata Atlântica brasileira. O Fundo é destinado ao financiamento de projetos para a conservação dos hotspots de biodiversidade mundiais. Fruto de aliança entre a CI, o Banco Mundial, o Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), a Fundação MacArthur, o Governo do Japão e a Agência Francesa de Desenvolvimento, o CEPF procura engajar a sociedade civil na conservação da biodiversidade e promover alianças de trabalho entre grupos comunitários, organizações não governamentais, instituições de ensino e o setor privado. O CEPF–Mata Atlântica investiu $12 milhões em mais de 300 projetos, envolvendo mais de 600 instituições, através da coordenação da Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, parceria entre a CI-Brasil e a Fundação SOS Mata Atlântica.
  • A CI-Brasil apoia a criação do maior parque estadual do Rio de Janeiro – Parque Estadual dos Três Picos – e outras unidades de conservação no estado do Rio de Janeiro.
  • Realizada a mais completa revisão da lista de espécies ameaçadas de extinção da fauna brasileira em parceria com a Fundação Biodiversitas e o Ministério do Meio Ambiente. Foram aplicados os rigorosos critérios de ameaça da IUCN e realizadas consultas com dezenas de especialistas dos diferentes grupos biológicos.

2003

  • Lançado o Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) pela Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, com o objetivo de valorizar as reservas privadas existentes e incentivar a criação de novas áreas de preservação com a participação do setor privado.
  • Anunciada a criação do Corredor de Biodiversidade do Amapá, que representa um dos maiores conjuntos de áreas protegidas em unidades de conservação e terras indígenas do mundo.
  • Lançado o Programa de Proteção de Espécies, em parceria com a Fundação Biodiversitas e Centro de Pesquisas Ambientais, com o objetivo de promover estudos que visem à proteção e ao manejo das espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção da Mata Atlântica, com o suporte do “Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos”.
  • Lançado o Programa de Fortalecimento Institucional dos Corredores de Biodiversidade da Mata Atlântica com suporte do “Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos”. O Programa teve como objetivo contribuir para a implementação, restauração e conservação dos Corredores através do fortalecimento de pequenas ONGs ambientalistas e do estabelecimento de uma rede de ONGs nessas regiões. No Corredor Central o Programa foi coordenado pelo Instituto de Estudos Socioambientais do Sul da Bahia (IESB) e no Corredor da Serra do Mar, pela Associação Mico-Leão Dourado (AMLD). O Programa apoiou a execução de 65 projetos, que contribuíram para a conservação da biodiversidade nos corredores e a capacitação e treinamento das instituições locais.
  • CI lança o livro “The Atlantic Forest of South America – Biodiversity Status, Threats, and Outlook”, resultante do projeto State of the Hotspots, que contou com a parceria da Fundação SOS Mata Atlântica. O livro tem a finalidade de contribuir para a produção de dados inéditos e informações para subsidiar as ações e influenciar as políticas públicas relativas à conservação da biodiversidade da Mata Atlântica. O livro reúne, pela primeira vez, em uma única publicação, pesquisadores e especialistas dos três países que possuem Mata Atlântica em seu território – Argentina, Brasil e Paraguai -, apresentando informações e análises sobre a conservação de espécies ameaçadas, evolução da cobertura florestal, áreas protegidas, capacidade institucional, ameaças etc.

2004

  • Estabelecimento de parceria com o Programa Rio Rural da Secretaria de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro. O Rio Rural é um programa de manejo sustentável de microbacias, envolvendo benefícios para cerca de 180 mil pessoas em dezenas de municípios no estado.
  • Realização de expedições científicas para o mapeamento da biodiversidade nas unidades de conservação do Corredor do Amapá, em parceria com o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA), o Ibama-Amapá e o Exército Brasileiro.
  • A CI-Brasil apoia o Governo do Estado do Amazonas na criação de 9 unidades de conservação totalizando 3 milhões de hectares.
  • A CI-Brasil integra o ‘Programa para a Conservação da Biodiversidade nos Sítios do Patrimônio Mundial Natural do Brasil’, uma parceria que envolve Ministério do Meio Ambiente, Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), Fundação das Nações Unidas, WWF e TNC.
  • Criado o Pacto Murici para o planejamento e a implementação, de forma integrada, de ações para a conservação da Mata Atlântica do Nordeste. O Pacto é formado por oito organizações não-governamentais ambientalistas – Birdlife International (BI); Centro de Estudos e Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN); Conservação Internacional (CI-Brasil); Fundação SOS Mata Atlântica (SOS); Instituto Amigos da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (IA-RBMA); The Nature Conservancy (TNC); Sociedade Nordestina de Ecologia (SNE) e WWF-Brasil. Essa aliança inédita de grandes organizações tem por objetivo criar novos padrões de atuação no Corredor de Biodiversidade do Nordeste (Mata Atlântica acima do rio São Francisco), atraindo parceiros dos setores público e privado, para acelerar as mudanças em favor da proteção e conservação da biodiversidade na região.

2005

  • Lançada a Revista "Megadiversidade", publicação científica editada pela CI-Brasil. O primeiro volume mostrou a proeminência da biodiversidade no Brasil e a situação de sua conservação, sob o ponto de vista de 55 especialistas brasileiros e estrangeiros, em 26 artigos, inicialmente publicados como seção especial da revista Conservation Biology. Na publicação, cientistas analisam os dados existentes para os vários grupos de fauna e flora, refletem sobre a história brasileira do ambientalismo, indicam o estado de conservação dos principais biomas do país e ainda debatem temas críticos como reforma agrária, mecanismos financeiros para a conservação, desenvolvimento de infra-estrutura e questões indígenas.
  • A CI-Brasil contribui para a disseminação das informações da segunda edição do estudo sobre os Hotspots de Biodiversidade lançado pela CI global. Durante quatro anos, 400 especialistas trabalharam para reavaliar os Hotspots. O novo livro identifica 34 regiões, hábitat de 75% dos mamíferos, aves e anfíbios mais ameaçados do planeta. Nove regiões foram incorporadas à primeira versão do estudo, publicado em 1999. A Mata Atlântica e o Cerrado continuam na lista dos Hotspots mundiais de biodiversidade.
  • CI-Brasil participa como membro da Equipe Técnico-Científica para criação e ampliação de 20 unidades de conservação no sul da Bahia, dentro do Corredor Central da Mata Atlântica. A Equipe Técnico-Científica é coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e envolve membros do Ibama, organizações governamentais da Bahia e Minas Gerais, várias organizações da sociedade civil (IESB; Associação Flora Brasil; TNC; BirdLife International; Instituto Floresta Viva e outros) e universidades com trabalhos voltados para a região-alvo. A CI-Brasil aprova dois projetos no Global Conservation Fund para apoiar esta iniciativa.

2006

  • A CI-Brasil apoia a estratégia de implementação e criação de Mosaicos de Unidades de Conservação na Mata Atlântica em parceria com o Instituto Amigos da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Três mosaicos são criados: Mosaico Bocaina, na região de Paraty (RJ) e Ubatuba (SP); Mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense, na região serrana do Rio de Janeiro e Mosaico da Serra da Mantiqueira, composto por unidades de conservação de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Os três mosaicos envolvem 51 unidades de conservação, totalizando quase um milhão de hectares.
  • A CI-Brasil apoia a criação da Estação Ecológica do Grão Pará, ao norte do rio Amazonas no estado do Pará. Com 4,2 milhões de hectares, torna-se a maior unidade de conservação do mundo, inserida no Escudo das Guianas, maior bloco florestal protegido no planeta.

2007

  • CI-Brasil é parceira de uma análise detalhada de dados biológicos do estado de São Paulo que envolveu mais de 160 pesquisadores e um banco de dados com cerca de 300 mil registros de espécies da fauna e flora para definição de diretrizes da Política de Conservação e Restauração da Biodiversidade no Estado de São Paulo. Como resultado foram identificadas áreas para proteção e criação de unidades de conservação para milhares de espécies-alvo no estado e, pela primeira vez, apontadas as áreas onde devem ser concentrados os esforços para a recuperação florestal em solo paulista.
  • CI-Brasil apoiou o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo para a análise e publicação do livro “Peixes de Água Doce da Mata Atlântica – Lista preliminar das espécies e comentários sobre a conservação dos peixes de água doce neotropicais”. A publicação traz, pela primeira vez, uma lista preliminar das espécies de peixes que ocorrem no bioma e apresenta, para cada uma, dados como ‘localidade tipo’ (local onde foi coletado o exemplar que deu origem à descrição da espécie), distribuição, estado sistemático, sinônimos, ecologia e estado de conservação.
  • A CI-Brasil participa da criação do Diálogo Florestal da Mata Atlântica, fórum que reúne empresas do setor florestal e organizações não governamentais ambientalistas para discutir e propor ações concretas para a conservação e recuperação da Mata Atlântica em vários estados da Mata Atlântica.

2008

  • CI-Brasil, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, contribui para a criação do Parque Estadual de Cunhambebe com 38.000 hectares, no estado do Rio de Janeiro, ampliando a conexão entre a rede de unidades de conservação do sul do estado com a região serrana do Rio de Janeiro.
  • O Programa “Extinção Zero” para a proteção de espécies ameaçadas de extinção no Pará é lançado pela CI-Brasil em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e o Museu Paraense Emílio Goeldi.
  • CI-Brasil e Fundação Biodiversitas entregam ao Ministério do Meio Ambiente o Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. A publicação apresenta um amplo conjunto de informações das espécies presentes nas Listas Nacionais Oficiais de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção. São mais de mil e quatrocentas páginas distribuídas em dois volumes, com dados sobre biologia, distribuição geográfica, presença em unidades de conservação, principais ameaças, estratégias de conservação, indicações de especialistas e de núcleos de pesquisa e conservação envolvidos com as espécies.

2009

  • A CI-Brasil está entre as entidades que coordenaram o lançamento do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica. A iniciativa envolve mais de 200 instituições, entre ONGs, universidades e agências do governo, de todos os principais estados do bioma.
  • Em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana, a CI-Brasil lança um livro com a lista de plantas raras do Brasil, atualmente usada para apoiar a lista oficial de plantas brasileiras ameaçadas de extinção.


2010 até hoje

2010

  • A CI-Brasil apoia os estudos e a publicação da primeira lista de plantas da Mata Atlântica. Esta publicação é uma avaliação valiosa e inédita sobre as plantas da Mata Atlântica, que contou com a coordenação do Departamento de Botânica da Universidade Federal de Minas Gerais, Jardim Botânico do Rio de Janeiro e vários centros de pesquisa e dezenas de pesquisadores e especialistas.
  • O Complexo de Abrolhos foi reconhecido como um Seascape mundial, como parte da nova estratégia marinha global desenvolvida pela instituição. O reconhecimento incluiu a área como uma prioridade para os investimentos e para o desenvolvimento de modelos de conservação marinha.
  • A CI-Brasil inicia parceria com o Instituto Amigos da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica para estruturar a Secretaria Executiva do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e desenvolver a iniciativa.
  • CI-Brasil juntou esforços com o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para a identificação de 819 espécies de peixes raros de água doce no Brasil. O estudo, publicado pela revista científica eletrônica PLoS ONE é resultado das análises das informações acumuladas ao longo de décadas sobre a fauna de peixes brasileiros e de coleções científicas e representa o mais completo mapeamento já elaborado sobre peixes raros de água doce no Brasil. Com base nas distribuições das espécies de peixes raros foram identificadas 540 bacias hidrográficas que podem ser consideradas áreas-chave para a conservação dos ecossistemas aquáticos brasileiros.​

2011

  • Em parceria com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o Global Conservation Fund, a CI-Brasil cria um fundo para apoiar as atividades na terra indígena Kayapó, consolidando quase 20 anos de parceria com a comunidade kayapó.
  • CI-Brasil assina contrato com quatro grandes empresas no Brasil – Vale, Natura, Santander, Monsanto – para produzir o relatório "A Economia de Ecossistemas e Biodiversidade (TEEB) para o Setor de Negócios Brasileiro” (TEEB), uma avaliação do valor da biodiversidade e de serviços ambientais para diferentes áreas do setor privado.

2012

  • Iniciado o Programa de Desenvolvimento e Qualificação dos Viveiros Florestais da Mata Atlântica do Rio de Janeiro (Pró-Viveiros), uma iniciativa da CI-Brasil, com parceria da Natural Partners. A iniciativa para a qualificação dos viveiros visa cobrir as lacunas e enfrentar os desafios do fortalecimento da cadeia da restauração florestal.
  • A CI-Brasil contribuiu com o Instituto Ambiental do Rio de Janeiro para o desenvolvimento da primeira legislação específica para serviços ambientais em unidades de conservação.
  • Depois de apoiar a construção do plano de ação para proteção das duas espécies de muriqui, a CI-Brasil inicia colaboração com o ICMBio e vários centros de pesquisa para a implementação do chamado PAN Muriqui, visando a proteção em longo prazo dessa espécie bandeira da Mata Atlântica.
  • A CI-Brasil e a editora Casa da Palavra, com o patrocínio da Vale, lançam o livro Biomas brasileiros – retratos de um país plural. O livro apresenta textos de grandes especialistas em ecologia, ciências naturais, preservação e economia, sobre a biodiversidade brasileira.​